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Registro em blockchain: segurança em primeiro lugar

Blockchain, tokenização, criptomoedas… termos que qualquer pessoa que se aventura pelo mundo financeiro inevitavelmente se deparou nos últimos anos. Fato é que o futuro já está aqui – e passa irremediavelmente pelo digital. Mas você sabe exatamente o que significam todos esses vocábulos?

Fique com a gente que vamos explicar tudo sobre isso! Vamos em partes?

Blockchain e criptomoedas

O Bitcoin, a mais conhecida moeda digital atualmente, surgiu em 2007 – e seu impacto foi enorme desde então (para saber mais sobre esta e outros tipos de criptomoedas, confira nosso artigo especial). No entanto, com ele, um rol de questões também nasceu, especialmente em relação a questões de segurança. 

Pense o seguinte: como confiar em um ativo digital descentralizado, ou seja, que não se utiliza de nenhuma mediação (isto é, bancos ou instituições financeiras)? 

A resposta já estava embutida no próprio conceito de criptomoedas: em um artigo acadêmico de 2008, Bitcoin: um sistema financeiro eletrônico passo a passo, Satoshi Nakamoto (pseudônimo do criador – ou coletivo de criadores – do famoso criptoativo) já detalhava a definição da tecnologia que permitiria realizar transações com esse tipo de ativo com completa segurança. 

O que não se teria como adivinhar é o tamanho da revolução que ela poderia provocar. 

Trata-se do blockchain. 

Mas o que seria o blockchain e como ele funciona?

O blockchain nada mais é do que uma tecnologia que permite rastrear o envio e o recebimento de alguns tipos específicos de informações na internet. Funciona por meio de códigos gerados digitalmente.  Esses códigos guardam dados conectados (em blocos), em uma espécie de corrente. 

São diversos os pontos que tornam o blockchain uma tecnologia especial, diferenciada. São eles:

  • computação em nuvem: as informações são mantidas em nuvem – e isso permite processar uma enorme quantidade de dados a uma velocidade impressionante. 
  • O funcionamento por meio de um hash: trata-se de uma função matemática que pega o conteúdo (uma mensagem ou um arquivo) e os criptografa em números e letras. 
  • No livro-razão – ou ledger – em que as transações são registradas, as informações não podem ser apagadas – e qualquer pessoa pode acessá-las. 

Dessa forma, o blockchain se configura como uma corrente de blocos, sendo que cada um deles contém um dado e um hash. Além disso, cada bloco contém seu próprio hash e o do bloco anterior – e é assim que a corrente é formada, além de fazer com que a violação de cada bloco seja praticamente impossível. 

Imagine que você queira enviar um ativo digital para alguém. O ativo será representado de forma online em um desses blocos, no qual estarão contidos todos os detalhes sobre ele. O bloco será distribuído pela rede (a computação em nuvem) e cada máquina ficará com uma cópia da transação em tempo real. 

A rede verificará se a transação é legítima (em questão de minutos – fruto também da computação em nuvem). Se acatado, o bloco se juntará a uma corrente de blocos e estará registrado permanentemente na rede, não podendo ser alterado. Assim, a transação estará efetivada e o ativo lançado como de propriedade do destinatário que você destinou.  

É importante ressaltar que todo esse fluxo, apesar de validado pela rede, não tem a indicação de quem está fazendo a transação. E as informações estarão protegidas por uma criptografia de letras e números bastante segura. 

Tokens e tokenização 

Outro termo muito “em voga” hoje no mundo financeiro é “token”. Fato é que, com as novas características surgidas a partir da revolução que as criptomoedas desencadearam, foi necessária a criação de novas funcionalidades que dessem conta dessas características. 

É aí que entram os tokens. Eles nada mais são do que uma forma de representar um ativo digital, ou seja, em algo que possa ser transacionado, como uma moeda – embora seja muito importante deixar claro que um token não é a mesma coisa que uma criptomoeda

O mais exato é pensar em um token como um contrato de acesso para criptoativos.

Dessa forma, chegamos ao fato de que tudo pode ser “tokenizado”. Uma startup pode, por exemplo, emitir tokens de uma licença para o uso de um software que ela criou ou você pode até mesmo emitir tokens para a compra de um filme produzido por você. Não há limites – a tokenização abrange qualquer bem ao qual você quer dar um valor e negociar digitalmente. 

Registro de tokens: um retorno ao blockchain

Agora, imagine o seguinte: como os tokens são a representação de ativos negociados de forma digital – e descentralizada (pois não possuem um registro centralizado em um único agente – são autogerenciáveis), voltamos à questão de segurança já abordada aqui no que diz respeito às criptomoedas. 

E qual é a palavra quando isso é trazido à tona? Sim, blockchain! Da mesma forma que acontece com as transações de criptomoedas, o registro dos processos envolvendo tokens também passam pelo blockchain, pois se trata da mais segura tecnologia para rastrear as negociações e mantê-las resguardadas. 

Os tokens contam com a vantagem da descentralização – ou seja, a inexistência de burocracias tornam as transações muito mais ágeis e livres e ainda com a garantia da segurança e da inviolabilidade que o blockchain proporciona. Afinal de contas, a forma de negociação do futuro está cada vez mais presente – e temos aqui a prova de que as tecnologias nunca deixarão de acompanhar essa toada evolutiva!. 

Ficou claro? Qualquer coisa, entre em contato conosco e ainda aproveite para conhecer os nichos de mercado em que a Wuzu está presente. E, claro, não deixe de visitar nosso blog para mais conteúdos esclarecedores como este!! 

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