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Crowdfunding: financiamento em tempos de economia colaborativa

Confira tudo sobre a modalidade de financiamento coletivo que tem ganhado cada vez mais adeptos nos últimos anos 

Você já fez uma vaquinha alguma vez na vida? E de um crowdfunding, já participou? Ah, não sabe o que é? Então vamos lá: 

Crowdfunding nada mais é do que uma versão “aperfeiçoada” do que sempre costumamos chamar de “vaquinha”, uma vez que não existem muitas diferenças conceituais entre o antigo hábito de propor uma junção de recursos financeiros para alcançar um objetivo e tal modalidade. Na verdade, o crowdfunding diferencia-se da tradicional vaquinha, basicamente, pelo fator digital: trata-se de um financiamento coletivo via internet para projetos de pessoas que não possuem os recursos necessários para realizá-los. No entanto, não é a única diferença: o mundo online é mais amplo, portanto, pode possibilitar um alcance maior, se as estratégias certas forem seguidas, enquanto as tradicionais vaquinhas geralmente ficam limitadas a um grupo específico, como amigos, familiares ou, em uma “grande escala”, na comunidade. 

“Se as estratégias certas forem seguidas”… isso é importante, porque nem sempre o fator online significa alcance maior ou fugir do espectro de divulgação para pessoas conhecidas. Isso significa que o fator digital, se não bem explorado, pode não se distanciar tanto do velho conceito da vaquinha, de ficar limitado a um grupo restrito de “financiadores”. 

Então o que, de fato, diferencia o crowdfunding? 

Aí entram as diferenças mais fundamentais em relação não só à vaquinha como também aos outros processos de financiamento de projetos (como, por exemplo, investidores-anjo, venture capital, etc.): quando você submete um projeto qualquer à modalidade de crowdfunding em uma das plataformas aptas a isso, não existe uma garantia de que ele será efetivamente financiado (ou seja, colocado em prática). Isso quer dizer que é “tudo ou nada”: se o projeto anunciado não captar o valor total para sua realização, ele não “embolsa” nem o valor ofertado até então – simplesmente “não deu”. 

E como surgiu o crowdfunding?

A origem da modalidade é bastante incerta, mas é seguro dizer que, tal como se organiza, em seus modelos e com essa nomenclatura, em que o fator digital prevalece, seus primórdios podem remontar a 1997, quando a banda inglesa Marillion, por meio da mobilização online de seus fãs, arrecada 60 mil dólares para bancar uma turnê pelos EUA. Depois disso, diversas iniciativas ganharam a internet, com especial destaque para o site Kickstarter, responsável por dar a cara que conhecemos hoje ao crowdfunding. Cabe aí também uma menção honrosa para o site de cinema independente Indiegogo.

A força da internet: ascensão do crowdfunding

A internet é um veículo muito mais poderoso que o boca a boca e o marketing tradicional – novamente, se as estratégias certas forem seguidas. Mas quais são essas estratégias? É bastante normal, mesmo nos utilizando das poderosas ferramentas da internet, não conseguirmos fugir de um caso em que a divulgação de nosso projeto não alcance outras pessoas para além de nosso círculo próximo. 

É aí que entra um aspecto bastante fundamental e que, veja só, remete diretamente à boa e velha vaquinha; esta não beneficia somente uma pessoa, isto é, ela é cogitada, antes de mais nada, para adquirir um bem (ou “algo”) que possa beneficiar todos os envolvidos no investimento financeiro, seja para adquirir uma máquina de passar café no ambiente de trabalho ou comprar uma garrafa de uísque de valor (e qualidade) alto em uma confraternização. Dessa forma, para dar um “incentivo” à doação, surge o conceito de “recompensa” (ou uma contraparte) a quem o financia. Isso cria não somente um senso de satisfação em quem acredita no projeto como estimula a participação de conhecidos e não conhecidos – de forma a incentivar estes últimos a propagar a ideia a terceiros que, por sua vez, continuam a divulgar a ideia… 

Que tipo de recompensa?

Tais recompensas geralmente variam com o tipo de projeto que procura o financiamento. O autor de um livro pode ceder as primeiras cópias autografadas para os doadores (e a mesma coisa com um filme). Arrecadações de cunho social (ou solidárias), cujo objetivo é ajudar pessoas em determinada situação de vulnerabilidade, podem gerar um certificado de que o doador ajudou na campanha (ou até mesmo brindes criativos, como uma camiseta com os dizeres “Gentileza gera gentileza – Campanha X, eu apoiei”). 

Economia colaborativa: o futuro está aqui

Há, ainda, uma modalidade diversa para o financiamento coletivo: o equity crowdfunding. Enquanto a modalidade “normal” baseia-se em doações e prêmios, esta última se diferencia por ser um investimento em startups. Uma ou mais pessoas têm uma ideia com grande potencial e buscam o financiamento para levar ela adiante. Pense o seguinte: alguém criou uma máscara mais eficiente e funcional, não descartável, com custo menor de produção, para evitar a contaminação de doenças em hospitais. Ao contrário do crowdfunding normal, os investidores ajudarão a ideia a tomar forma, mas ganharão uma participação societária. Um verdadeiro exemplo do que se conhece hoje como economia colaborativa, não?

Equity crowdfunding: quando a recompensa é o lucro

Dessa forma, não precisamos ir muito longe para descobrir outra diferença fundamental entre o equity crowdfunding e o crowdfunding “regular”: o sistema de recompensas deste último torna-se, no equity – com a participação societária – lucro. 

Por que investir em um equity crowdfunding?

Sob o viés de que o equity é um investimento (inclusive já com aval da CVM – Comissão de Investimentos Imobiliários), basta compará-lo a outras modalidades de aplicação. As vantagens são inúmeras: menos burocracia, menor custo de empréstimo,  contato direto do investidor com o empresário (sem intermediários), fácil acesso, possibilidade de de investimentos de baixos valores, entre muitos outros. 

E aí? Já se inspirou para se tornar um apoiador de um projeto ou um verdadeiro investidor? Confira mais conteúdos como esse aqui no blog da Wuzu!

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