fbpx

Criptomoedas: o Bitcoin não é o limite!

Nos últimos anos, com certeza você já deve ter ouvido falar sobre o Bitcoin e, também, do termo que geralmente é usado para explicar o que ele seria:  “moeda digital”. Mas você sabe realmente do que se tratam tais conceitos? Siga por aqui e confira nosso artigo completo! 

Criptoativos: a representação digital de um valor

Na realidade, o Bitcoin faz parte de algo muito maior, conhecido como “criptoativos” – ou, ainda, “ativos digitais”. Estes seriam, grosso modo, a representação digital de valores negociados por meio virtual. O Bitcoin nada mais é, então, que uma criptomoeda, uma modalidade de ativos digitais, aliás, o exemplo mais comum. 

Mas e o que é exatamente uma criptomoeda?  

Genericamente, uma criptomoeda seria justamente uma moeda digital, uma espécie de “dinheiro virtual”. No entanto, uma diferença gritante entre o dinheiro – ou um bem, um ativo regular – e as criptomoedas é que estas não são emitidas por nenhum governo do mundo. Por esse motivo – e principalmente pelo fator digital, entre outros – as transações com criptomoedas possuem algumas vantagens, tais como o fato de não precisar de um intermediário quando se deseja transacionar um valor de A para B. 

Mas a falta de centralização das criptomoedas não poderia configurar um risco de segurança? 

É uma pergunta pertinente e, sim, poderiam possuir este risco, se não fosse o fato de que todas as transações realizadas por meio de criptomoedas são criptografadas. Isso significa que existe um método para validar e compilar as criptomoedas por meio de um código complexo, que não pode ser adulterado. Para tal fim, as transações são gravadas, uma a uma, no chamado “blockchain”, que nada mais é do que um gigantesco registro de transações. A segurança e o rastreamento das transações por criptomoedas, dessa forma, é assegurada pelo blockchain, que, aliás, está sendo usado para além do mundo dos investimentos, tal é a sua confiabilidade, como em um recente exemplo em que a China utilizou o sistema para rastrear a origem de carnes importadas que estavam contaminadas com a Covid-19. 

As criptomoedas não são o único tipo de criptoativos, correto? 

Corretíssimo! Mas antes de abordarmos outros tipos, que tal abordarmos agora os tokens? Bora! 

Tokens: inovação para a sua segurança

Como vimos, como o próprio nome diz, uma criptomoeda, apesar de digital, possui valor de moeda no mercado de valores. Alia-se a isso o fator de descentralização, entre outros, e fica notório que novas funcionalidades surgiram no mercado de negociações. Para dar conta dessas novas características, não somente entrou em jogo o já citado blockchain; era preciso representar adequadamente as criptomoedas. É aí que entram os tokens. 

O token como um CONTRATO DE ACESSO para as criptomoedas

O token é uma representação de um ativo digital (e é importante mencionar que ele não é o mesmo que criptomoeda). Para ficar mais claro, imagine que você vai fazer uma viagem para Londres. Para não ter muito trabalho escolhendo quais atrações conhecer na cidade, você compra um daqueles cartões prontos, que dão acesso a, digamos, 4 atrações da capital inglesa. Esses cartões são o equivalente a um token contratual.

Tipos de tokens

Os tokens podem ser classificados em 3 tipos. Vamos a eles?

  • Utility tokens: são os tokens que representam o acesso a um produto ou serviço. 
  • Security tokens: são aqueles que dão acesso à propriedade de um bem, direito ou ações.
  • Hybrid tokens: são os que mesclam características dos dois tipos anteriores. 

Siglas importantes no mundo das criptomoedas: IEO e STO

Dentro desse universo, existem duas siglas bastante importantes: o IEO e o STO. O IEO, ou “Initial Exchange Offering” (antigamente conhecido como ICO, “Initial Coin Offering”) é uma forma pela qual uma empresa pode arrecadar fundos vendendo criptomoedas. Como o nome diz, uma oferta inicial de moedas é usada, a fim de facilitar as negociações e a captação de investimentos. Já o STO (“Security Token Offering”) nada mais é do que um ativo digital com lastro em um ativo real (coisa que não acontece com os IEO), o que aumenta a segurança dos processos de negociação – além de utilizarem a tecnologia blockchain como forma de validar a transação.

Bitcoin não é o limite!

Bom, agora que você já sabe um pouco mais sobre criptomoedas e os conceitos que as cercam, é hora de dizer que, não, o Bitcoin não é a única moeda digital existente no mundo! Na verdade, existe uma gama bastante variada de tipos. Confira abaixo algumas das principais:

  • Bitcoin (BTC): é a primeira, a mais conhecida e a mais usada criptomoeda do mundo. Seu surgimento remonta a 2008 – como uma espécie de resposta à crise financeira que mergulhou o mercado norte-americano – e, em consequência, de grande parte do mundo – em caos. A ideia era não necessitar da intermediação de bancos em transações, além de substituir o dinheiro de papel. 
  • Ethereum (ETH): originalmente, a Ethereum não foi pensada para ser uma criptomoeda e, sim, um ativo para contemplar os desenvolvedores que utilizassem a plataforma Ethereum em seus empreendimentos. Para quem não sabe, trata-se de uma plataforma não centralizada usada para emitir contratos inteligentes muito usada no mundo. Não demorou muito tempo, o Ethereum não só passou a ser uma moeda digital como também é, hoje, uma das mais negociadas no mundo. 
  • Tether (USDT): aqui, não se trata estritamente de uma criptomoeda, mas, sim, de um token (que usa o blockchain da Ethereum, inclusive). Uma diferença fundamental entre a Tether e as criptomoedas mais tradicionais é o fato de ela ser, em realidade, uma stablecoin (ao contrário das coins, termo utilizado para as outras criptomoedas), ou seja, tem lastro em moeda fiduciária. Com isso, busca-se uma estabilidade, em tese maior do que a de outros ativos digitais, para representar uma moeda física no mundo digital. 
  • Litecoin (LTC): é uma criptomoeda muito semelhante ao Bitcon. A diferença fica por conta de como ela é minerada (a “mineração” é um termo utilizado para designar o registro das transações de moedas digitais no blockchain): de uma forma que pretende reduzir o tempo demandado para validar as operações executadas com a moeda. Em outras palavras, o processamento de transações é mais rápido do que o do Bitcoin. 

E aí, ficou mais fácil entender sobre esse novo tipo de investimento? Visite o blog da Wuzu e tenha contato com diversos conteúdos como este agora mesmo!

Se inscreva em nossa NEWS LETTER

CONHEçA NOSSAS Redes Sociais:

A Wuzu cria e oferece suporte a projetos de ativos digitais desde 2017. Nosso conjunto de produtos é modular e de fácil configuração, possibilitando a execução de uma solução completa em cerca de 2 horas.

Em Uma Semana Seu MVP estará no ar!