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Compliance: por que sua empresa deve conhecer essa palavra

Seja qual for o seu cargo ou a natureza da empresa em que você trabalha, você com certeza já deve ter se deparado com o termo “compliance”, principalmente nos últimos anos. O conceito vem ganhando notória força no mundo corporativo, uma vez que, em um mundo com o acesso e o fluxo cada vez mais rápido de informações, os clientes têm se preocupado mais com temas  como segurança. Assim, para empresas ou investidores, é um assunto central, que não pode ser negligenciado. Mas do que se trata o conceito? Acompanhe nosso conteúdo e tire suas dúvidas sobre as políticas de compliance! 

O que é compliance

Compliance é um termo cunhado a partir do verbo em inglês “to comply”, que quer dizer  “agir de acordo com uma regra, instrução ou comando”. Isso significa que adotar práticas de compliance é o mesmo que se mostrar em conformidade com as políticas internas da empresa e também com os órgãos externos que as regulam.

O principal objetivo dos procedimentos de compliance é fortalecer o ambiente corporativo de maneira que seja possível prevenir, detectar e sanar situações de irregularidades cometidas por colaboradores, investidores ou qualquer parte que esteja relacionada ao negócio.

Quem precisa aderir às políticas de compliance

A fim de transmitir segurança e confiabilidade, o recomendado é que todas as empresas, tendo fins lucrativos ou não, deveriam adotar práticas de compliance. Isso acontece porque o conceito engloba inúmeros tipos de procedimentos de segurança que ajudam a minar consideravelmente a prática de atos ilícitos – consequentemente, trazem confiabilidade para a marca e evitam prejuízos, sejam eles financeiros ou de imagem. Além disso, a variedade das políticas nesse sentido permite uma adaptação a diversos perfis de empresa. 

Para saber quais tipos de compliance fazem mais sentido para sua empresa, é necessário o auxílio de uma assessoria jurídica. Empresas de grande porte, geralmente, possuem setores responsáveis exclusivamente para tratar desse assunto, pois, como bem sabemos, segurança nunca é demais. 

Prevenir e saber como remediar 

Como comentamos anteriormente, o objetivo do compliance é, por meio de procedimentos e práticas, desenvolver meios para que irregularidades em qualquer nível não aconteçam, mantendo íntegra não só a imagem como, também, a funcionalidade da empresa.

Quando  uma instituição não possui práticas de prevenção, ela, naturalmente, torna-se passível de sofrer punições caso sejam descobertos crimes ou inadequações em suas transações. Esses riscos possuem vários níveis, que variam do jurídico à competitividade de mercado:

 Jurídico

  • Multas
  • Sanções
  • Litígios

Patrimonial

  • Danos financeiros
  • Diminuição de lucro
  • Declínio do valor da marca

Reputacional

  • Perda de credibilidade e autoridade

Competitividade

  • Confiabilidade enfraquecida
  • Perda de espaço no mercado

As políticas de compliance atuam justamente como medidas para que fraudes não aconteçam, mas, caso estas existam, é possível provar que todas as medidas possíveis foram tomadas para evitar que ocorressem.

Compliance na prática

Para introduzir as políticas de compliance em uma empresa, são necessários alguns passos para estruturação, manutenção e monitoramento das normas no ambiente corporativo.  É importante lembrar que o número de etapas e o aprofundamento de cada uma está diretamente relacionado ao perfil da empresa e sua atuação no mercado, podendo variar (e muito) de uma para outra.

1 Avaliação de riscos 

Processo em que ocorre o mapeamento de interações entre a empresa e o setor público com o objetivo de avaliar e medir a exposição ao risco de corrupção e fraude.

2 Implementação de um ambiente ético

Nessa etapa, é iniciada a implantação da estrutura de governança (sistema implementado em empresas pelo qual elas são monitoradas, dirigidas e incentivadas) e anticorrupção. Aqui, constrói-se a cultura de integridade da empresa baseada em normas e definições preestabelecidas na primeira parte do processo.

3 Desenvolvimento de práticas de controle interno

Esse período consiste na realização de atividades de controle interno para identificar e tomar atitudes em relação a fragilidades existentes. Isso é feito por meio de manuais de políticas, código de ética e elaboração de procedimentos. 

4 Canais de denúncias e processos

            A estruturação de canais de denúncias e processos é uma etapa crucial para facilitar investigações internas e prover a possibilidade de uma resposta rápida em caso de incidentes. 

5 Monitoramento

  As políticas de compliance são um processo contínuo de aprimoramento e atualização de práticas de segurança e integridade. Alguns exemplos de ações recorrentes são: auditorias internas, monitoração de movimentação dos clientes e planos de ação corretivos, entre diversas outras.

 

Como pudemos ver, as políticas de compliance são extremamente importantes para evitar crises dentro da empresa, ajudando a remediar o problema antes mesmo que ele possa aparecer. Tenha em mente que as empresas que adotam tais procedimentos já estão na frente no mercado – e desconsiderar esse fator é ficar preso a um mercado que já faz parte do passado. 

Para mais conteúdos que abordam o melhor para os seus investimentos e a sua empresa, fique ligado no nosso blog! 

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