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Como lucrar com uma exchange de criptomoedas

Bitcoin, “moedas virtuais”, tokens, blockchain… o universo das criptomoedas já não é algo exatamente estranho nos dias de hoje – e esses termos já são conhecidos do público em geral, alguns mais, outros menos. 

Também não é novidade a possibilidade de lucro que o investimento em criptoativos pode proporcionar, ainda mais com as taxas de valorização que o bitcoin alcança, muitas vezes atingindo recordes (em 13 de abril, por exemplo, a unidade alcançou a espantosa cifra de U$S 62 mil). 

Mas você sabia que essa não é a única forma de ganhar dinheiro com esse tipo de investimento? Para além da negociação de cripto, ter uma plataforma que justamente opere as transações pode ser algo – e muito – rentável.

E como isso funciona? Bom, continue com a gente que, hoje, contaremos como uma plataforma de negociação de criptoativos opera e por meio de quais instrumentos ela gera lucro. Boa leitura!

Antes de mais nada, criar uma exchange

Naturalmente, o primeiro passo é ter uma exchange. Grosso modo, exchange é o termo utilizado para designar corretoras – ou, antes, plataformas online – especializadas na intermediação de transações de criptoativos. 

O princípio é o mesmo de corretoras “clássicas”, permitir a compra e a venda de ativos, garantindo que as partes interessadas recebam o que foi transacionado. 

Uma das diferenças – e seguindo a natureza dos criptoativos, já embutida no próprio nome – é o fato das exchanges trabalharem exclusivamente de forma digital (embora corretoras tradicionais também contem com “carteiras virtuais”).

Mas o que é necessário para criar uma plataforma desse tipo? Trata-se de um processo complexo, mas nós, da Wuzu, não deixaríamos você na mão, não é mesmo? Nós temos um manual completo, interativo, que lista os principais passos para a criação de sua própria exchange. Clique aqui e acesse nosso e-book – é gratuito!

Modos de operação de uma exchange

A próxima pergunta que deve vir à sua mente agora é: mas como essa intermediação pode dar lucro?

Primeiro, é importante ressaltar de que forma uma exchange opera. Confira abaixo 3 possibilidades:

1 – Venda de criptomoedas: nesse modelo de negócio, a exchange apenas faz a venda dos ativos, depois de comprá-los por um valor baixo. O lucro se configura justamente pelo excedente na relação compra x venda (ou seja, “compra pelo valor mais baixo, venda pela cotação atual”) + as taxas de serviço. 

2 – Empréstimo de criptoativos: menos usual, aqui, a exchage realiza o empréstimo de criptoativos (nesse caso, mais comum de moedas virtuais mesmo) mediante o pagamento de uma taxa. 

3 – Intermediação: essa é a operação “clássica” para uma exchange de criptoativos e a mais comum. A plataforma conecta compradores e vendedores e, a cada operação realizada, uma taxa é cobrada, revertida para a exchange. 

Instrumentos pelos quais uma exchange lucra

Como você pôde notar no tópico anterior, basicamente, o lucro das exchanges advém das taxas cobradas – tanto a taxa de serviço, fixa, quanto as operacionais. 

Uma taxa operacional é aquela cobrada por toda e qualquer transação realizada na exchange, isto é, taxas para saques, depósitos, execução de uma ordem de compra e venda, transferências, etc. 

A título de exemplo, vamos ficar com a chamada “comissão por transação”: uma pessoa realiza uma ordem de execução em sua exchange. A taxa cobrada geralmente acontece por uma porcentagem em cima do valor transacionado. Uma boa margem de porcentagem nessa taxa fica entre 0,2 a 0,5%. 

Pode parecer pouco, mas lembre que essa porcentagem reside em CADA ordem executada. Tenha em mente, também, o alto valor unitário de um bitcoin. 

Seguindo nosso exemplo, digamos que a pessoa em questão tenha comprado R$ 5.000 em bitcoins, ou seja, no “instrumento” BRLBTC” (junção das duas siglas que simbolizam o ativo – “BRL” para “reais”, “BTC” para “bitcoins”). Essa única operação renderá R$ 15 para a exchange (a uma taxa hipotética de 0,3% sobre ordem executada). Pouco?

Segure um pouquinho o raciocínio e vamos em frente. 

A Binance é, hoje, considerada a maior exchange de criptomoedas do mundo (reconhecimento firmado apenas 1 ano depois de sua fundação!). Em 2018, se totalizarmos seu volume DIÁRIO de transações com o da OKEx (outra relevante exchange, fundada no mesmo ano da Binance), a soma chegava à espantosa cifra de US$ 1,7 bilhão! 

De volta ao nosso exemplo, não fica difícil inferir que, mesmo em um cenário de menor expressão que a das “gigantes” do ramo, o lucro com a taxa de execução de ordem pode ser realmente expressivo (isso sem contar as outras taxas operacionais).

“Loyalty tokens” como estratégia de fidelização – e lucro

Um recurso bastante inteligente (e recente) como estratégia de fidelização de clientes – e, consequentemente, de lucro para uma exchange – são os “loyalty tokens “(“tokens de fidelização”, em tradução livre). 

Se você ainda não sabe o que é um token, não se preocupe, também temos um conteúdo que abarca esse conceito – acesse aqui.

A tática consiste em lançar um token próprio da exchange, por meio de um ICO (não conhece também? Acesse o link acima que, no mesmo conteúdo, explicamos para você!). 

Esse token funcionará como um “cupom” para ganhar descontos nas taxas de transações com outras criptomoedas. Por exemplo: o investidor adquire “x” loyalty tokens específicos de sua exchange, que podem dar até, digamos, 50% de desconto em cada transação de um determinado criptoativo, como o bitcoin, na plataforma.

Isso incentiva o investidor a ter sua plataforma como base para suas transações, pois a compra do token garante, de certa forma, uma exclusividade – traduzida em um bom “desconto” nas transações a que ele está habituado a executar. 

Em português claro, um token de fidelidade (que você pode nomear como quiser) é um método de pagamento face às taxas da exchange. Se bem executado, torna-se um “ganha-ganha”: tanto a exchange quanto o investidor lucram. 

Terceirização de ofertas de tokens (“listing fees”)

Outra forma de ganhar dinheiro com exchanges de criptoativos que vem se tornando recorrente há pouco tempo é oferecer o serviço de ofertar determinado token (ou até mesmo uma moeda virtual) por meio de uma plataforma já estabelecida no mercado. 

Esse processo visa aumentar a liquidez do ativo que a empresa quer “listar” em sua exchange. 

Funciona assim: uma empresa qualquer quer criar um token que dá crédito ou direito a um serviço (seja quais forem), mas não tem o know-how ou a tecnologia para proceder à ação. 

 

Ainda, é possível que a empresa chegue à conclusão de que criar uma plataforma do zero para a empreitada simplesmente não valha a pena. Então, uma exchange com expertise no mercado torna-se a melhor opção. 

Esse tipo de serviço é conhecido como “listing fees” (ou “taxas de listagem”, em tradução livre) e é uma das possibilidades mais rentáveis para uma exchange, uma vez que “listar” a oferta inicial de uma moeda ou um token é uma tarefa complexa. 

Mesmo para pequenas exchanges, os valores cobrados para esse tipo de serviço podem variar entre 1 unidade de bitcoin (hoje, em setembro de 2021, o equivalente a aproximadamente R$ 224 mil!) a 5 unidades de bitcoin. 

Uma palavra final

Esperamos que você tenha compreendido como uma exchange pode ser bastante rentável, ainda mais em um mundo que caminha sem dúvida nenhuma para um futuro digital.

Não apenas as criptomoedas como diversos outros ativos digitais (NFTs, por exemplo) são uma realidade que já passaram de uma mera promessa para se tornarem uma possibilidade de revolução no mercado financeiro.

Portanto, uma exchange de criptomoedas pode ser, sim, um segmento bastante propício – e lucrativo – para um empreendedor que tenha uma mente visionária. Que tal ser um deles?

Para mais conteúdos como este, acesse nosso blog!

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