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Como criar uma exchange de criptomoedas?

A necessidade de emitir, obter e negociar ativos digitais cresceu exponencialmente nos últimos anos. Só para termos uma ideia, o mercado de criptomoedas movimenta mais de R$ 200 bilhões diariamente ao redor do mundo. No entanto, inúmeros desafios permeiam o processo de se criar uma exchange de criptoativos. 

Dessa forma, se você pretende criar uma exchange de criptomoedas, veio ao lugar certo! Neste texto, vamos listar tudo o que você precisa saber para configurar, de forma satisfatória, uma exchange de ativos digitais. 

Antes de mais nada, é preciso saber que o Brasil ainda engatinha no que se refere a esse assunto: o país representa apenas 0,1% do mercado que mencionamos no começo do texto. Diversos são os fatores que contribuem para essa situação e, ocasionalmente, iremos tratar sobre alguns ao longo deste artigo. Vamos lá?

A questão jurídica: um passo obrigatório

Não há possibilidade nenhuma de começar uma exchange de criptomoedas sem uma assessoria jurídica. Trata-se de um ponto fundamental. Você precisa não somente conhecer a fundo as questões regulatórias como contar com uma equipe que possa assessorar constantemente sua operação – e não apenas no início dela. 

Tenha a certeza de que sua exchange está em ordem com todos os licenciamentos requeridos para operar, seja em qual jurisdição for. 

A manutenção da questão jurídica, por sua vez, é relevante não somente porque o mercado de ativos digitais é algo em contínua evolução – e de forma muito rápida – como também porque, se você deseja operar fora do Brasil, é necessário conhecer as regulamentações de cada país visado, uma vez que as criptomoedas são algo relativamente novo no mercado – e possuem características muito próprias. 

Lembre: as transações de ativos digitais são descentralizadas e algo novo – cada país pode ter uma forma de lidar com isso. É importante, então, estar atento a regulamentações específicas – e elas variam de país para país. 

 A questão da liquidez: um passo sem o qual não se avança

Um dos maiores desafios de criar uma exchange, seja para transacionar criptoativos, security tokens ou qualquer outro tipo de ativo, é gerar liquidez para a sua plataforma. A liquidez é um pilar para qualquer tipo de bolsa. Sem uma demanda de ofertas e um histórico de transações, não fica difícil prever que o negócio não terá futuro, não é mesmo? 

Até pouco tempo, a única forma de gerar liquidez para uma plataforma de negociação de criptomoedas era contratar o serviço de “market makers”, obviamente sob um custo, para executar a arbitragem entre várias exchanges em que operavam. Até pouco tempo. 

Hoje, a melhor opção é se juntar a uma rede de exchanges. Isso permite compartilhar a liquidez com outros players em um mercado organizado. 

Tenha em mente que os serviços oferecidos pelos “market makers” podem funcionar como um parceiro comercial oculto, pois há uma duplicidade de taxas, devido à fricção de redundância de operações. 

O bitcoin tem o status de um dos ativos mais líquidos do mundo. Isso, somado à sua volatilidade superior à média das ações, torna-o um ativo interessante para traders que buscam operações rápidas.

Portanto, ao se aliar a uma rede de exchanges, você tem a garantia de que todos estarão trabalhando em uma sintonia, traduzida em conhecer as especificidades do mercado e buscar um objetivo comum.  

Nesse sentido, a Wuzu criou a primeira rede de ativos digitais multi-exchange do mundo. Dessa forma, outros players (como NASDAQ, CME, Deutsche Borse, entre outros) oferecem o mesmo serviço em outros mercados. A Nasdaq, por exemplo, possui mais de 250 players conectados a essa rede, compartilhando a liquidez de seus ativos. 

A questão do financiamento: um passo cuidadoso

É claro que, como em qualquer outro empreendimento, a questão dos custos para tornar operacional uma exchange de criptomoedas é essencial, devendo estar alicerçada já no Plano de Negócio (e aproveitamos aqui para reforçar que a questão jurídica, apontada anteriormente, também deve estar presente aí!!).  

Ou seja, você deve ter, já planejado, os custos com a tecnologia, a assessoria jurídica inicial e o marketing. 

Mas, mais fundamental, é ter concebido um plano financeiro não apenas para o início da operação, mas, principalmente, até ela começar a gerar lucros. Muitas empresas morrem na praia, nesse aspecto

E justamente por conceberem um projeto focado apenas no que é necessário para colocar as engrenagens funcionando. Não caia nesse erro. Diversas empresas podem ajudar nesse caminho. A Wuzu, por exemplo, pode ajudá-lo a gerar uma economia de 90% no lançamento do projeto. 

A questão da tecnologia: um passo que vale por uma caminhada inteira

Criptomoedas, security tokens, ativos digitais em geral… a origem, o conceito, a essência… tudo está no digital. E na inovação. E não é novidade que “inovação”, hoje, remete à tecnologia. De processamento e segurança – sempre no sentido do digital (ou computacional). 

Em português claro: sua exchange de criptomoedas depende de um provedor de soluções tecnológicas para colocá-la em execução e mantê-la assim – além de providenciar atualizações e evoluções de acordo com as realidades com as quais ela se deparar. 

Quanto à tecnologia, existem 3 caminhos que você pode seguir. Confira abaixo. 

  1. Criar sua própria solução: é um processo muito trabalhoso. Além disso, é essencial ter em mente que, ao optar por esse caminho, você estará entrando em um campo que envolve mais de 200 diferentes companhias que estão no mercado ao mesmo tempo. Ainda, seu time irá enfrentar o desafio de criar um sistema altamente resiliente, veloz, seguro (ou seja, à prova de hackers, lembrando aqui que já existe toda uma desconfiança relacionada às transações de criptomoedas, seja por desconhecimento ou qualquer outro motivo) e disponível 24/7.
    Não esqueça: você estará lidando com uma grande quantidade de dinheiro – trata-se da criação de uma plataforma de negociação de ativos digitais e não de uma webstore.  
  2. Comprar uma solução existente: muitas companhias, como AlphaPoint e Nasdaq, para ficar em apenas dois nomes, vendem sistemas para plataformas de exchange, como matching engine, web trading platform, entre outros, os quais, provêm sistemas desatualizados, o que significa uma versão não otimizada dos sistemas que essas companhias usam hoje em dia. Isso significa que, por exemplo, você não terá a performance que a NASDAQ desfruta, afinal de contas, uma empresa que vale 10 bilhões de dólares não iria expor seus segredos industriais por alguns milhões de dólares.
    Ainda, a manutenção desses sistemas usualmente é cara e a exchange é dependente de uma rede dos já mencionados market makers, incutindo um custo ainda maior. 
  3. Juntar-se a uma rede de exchanges: é a melhor opção frente às outras duas. Confira abaixo como a Wuzu pode ajudá-lo nesse sentido.

Apesar de que a solução Wuzu SaaS seja completa em termos de software, você ainda precisará de um time de atendimento ao cliente. Adicionalmente, você precisará de times dedicados a validar entradas, cuidar de operações financeiras (depósitos e saques) e executar operações de wallet e compliance. 

Os custos de configuração são insignificantes se comparados à compra de sistemas-legado e a manutenção é até 90% mais barata do que a alternativa de manter um time dedicado dentro do empreendimento. 

A Wuzu oferece um sistema white label SaaS para rede de múltiplas exchanges de ativos digitais. Ele provê uma plataforma de exchange tecnologicamente avançada que se encaixa perfeitamente na identidade visual da sua marca. Ainda, é completamente seguro e altamente customizável. Dessa forma, a Wuzu tem toda a expertise necessária para responder a todas as suas questões, bem como ajudá-lo em cada passo no caminho para você criar uma exchange.

Estamos evoluindo o core do Matching Engine Wuzu (Wuzu Vortex) há 48 meses para trazer a robustez de que um mercado organizado precisa. 

O sistema passou por testes de escalabilidade com milhares de requisições ocorrendo ao mesmo tempo, o que nos permite dizer que é a plataforma de negociação mais resiliente do mercado (ouso dizer, uma das melhores do mundo!) dentro do segmento.

Quero Saber sobre a Solução da Wuzu

 

A questão do marketing: você já deu os passos necessário – agora é a hora de mostrá-los

Este é um passo que o ajudará a alcançar seu público-alvo de forma muito mais eficaz e rápida. Investir em uma equipe que possa lhe assessorar nesse quesito é algo que traz bastante retorno. Entre outras atividades, nesse campo se inserem a publicidade de sua exchange, cheio pelos meios usuais ou até mesmo pelas redes sociais, fundamentais para a amplitude dos empreendimentos hoje em dia. 

Monte um time competente, conecte-se a canais de notícias sobre o mercado financeiro e de tecnologia e deixe a sua exchange decolar!

Últimos passos

Para finalizar, vamos a alguns pontos adicionais?

  1.  Ao cobrar, em média, 0,4% por ordem executada, acrescido de 1% de taxa de saque, as exchanges de criptomoedas brasileiras espantam os clientes interessados em operar a volatilidade do mercado. Muitas pessoas acabam migrando para exchanges internacionais, ao invés de operar nas empresas locais. Ao criar sua exchange de criptomoedas, você deve considerar essa taxa, pois ela afetará diretamente a adesão e a retenção de clientes.
    Tais operações só podem se realizar em sistemas que tenham uma latência muito baixa, sejam resilientes e possuam taxas competitivas. A Wuzu pode ajudá-lo com essas questões. Saiba mais aqui!
  2. No Brasil, o termo utilizado para descrever as exchanges de criptomoedas é “bolsa de criptomoedas”, porém, o termo é equivocadamente empregado. Talvez pelo duplo sentido da palavra “exchange” (em inglês, pode significar tanto “bolsa” – no caso, por exemplo, das bolsas de ações – como “câmbio” – bastante empregado em casas de câmbio). As exchanges brasileiras de criptomoedas se comportam como casas de câmbio, não como bolsas. Uma bolsa prevê uma arquitetura tecnológica muito mais robusta, com liquidez compartilhada entre diversos players, os brokers (corretoras), os quais dão acesso a seus próprios clientes.
  3. Entendemos que o mercado global estimado hoje em R$ 200 bilhões/dia (no Brasil, é de R$ 150 milhões/dia, mas tem tudo para crescer – e muito) é apenas uma pontinha do iceberg do que está por vir. Visualizamos um mercado de R$ 100 trilhões com tokenização de fundos e que poderá ser acessado por bilhões de pessoas em qualquer local do mundo.
  4. Ainda existem empresas que não contribuem para a evolução do mercado e geram desconfiança nos investidores. Para quem quer investir no mercado, recomendamos prestar atenção no histórico dos fundadores, conferir o tamanho do time de tecnologia e há quanto tempo o sistema está sendo desenvolvido. Criar um matching engine, um roteador de ordens e até mesmo a tela de negociação não é nada simples. Uma pesquisa sobre as pessoas à frente da operação da empresa pode dizer muita coisa. Não negligencie esse passo antes de dar continuidade ao seu investimento!

E é isso, pessoal. Esperamos que todas estas dicas tenham ajudado você a se sentir mais confiante para colocar sua plataforma de negociação de criptomoedas! Fique à vontade para visitar nosso site e também nosso blog para mais conteúdos como este!

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A Wuzu cria e oferece suporte a projetos de ativos digitais desde 2017. Nosso conjunto de produtos é modular e de fácil configuração, possibilitando a execução de uma solução completa em cerca de 2 horas.

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