O mercado de criptomoedas movimenta mais de R$ 200 bilhões diariamente ao redor do mundo, porém, o Brasil ainda representa menos de 0,05% desse mercado.

Diversos são os fatores que impedem esse mercado de se desenvolver exponencialmente aqui como se desenvolveu em outros países. Vamos explorar alguns:

  • Altas taxas de negociação
  • Baixa liquidez das exchanges
  • Sistemas pouco confiáveis
  • Excesso de empresas de caráter duvidoso atuando no mercado

Taxas

Ao cobrar, em média, 0,4% por ordem executada, acrescido de 1% de taxa de saque, as exchanges de criptomoedas brasileiras espantam os clientes interessados em operar a volatilidade do mercado. Muitas pessoas acabam migrando para exchanges internacionais, ao invés de operar nas empresas locais.

O bitcoin tem o status de um dos ativos mais líquidos do mundo. Isso, somado à sua volatilidade superior à média das ações, torna-o um ativo interessante para traders que buscam operações rápidas. Tais operações só podem se realizar em sistemas que tenham uma latência muito baixa, sejam resilientes e possuam taxas competitivas.

Liquidez

No Brasil, o termo utilizado para descrever as exchanges de criptomoedas é “Bolsa de Criptomoedas”, porém, o termo é equivocadamente empregado. Talvez pelo duplo sentido da palavra “exchange” (em inglês, pode significar tanto “Bolsa” – no caso, por exemplo, das bolsas de ações – como “câmbio” – bastante empregado em casas de câmbio). As exchanges brasileiras de criptomoedas se comportam como casas de câmbio, não como bolsas. Uma bolsa prevê uma arquitetura tecnológica muito mais robusta, com liquidez compartilhada entre diversos players, os brokers (corretoras), os quais dão acesso a seus próprios clientes.

Uma bolsa tem caráter B2B, ou seja, “business to business”, transações comerciais com caráter de atacado. Seu foco é atender players institucionais, como brokers, fundos e assim por diante. Já no caso do varejo, as transações ficam a cargo dos brokers, que são especializados em atendimento ao cliente final. Essa segregação é importante, pois cria uma relação fiduciária, essencial para o desenvolvimento de um mercado.

Sistemas

Os sistemas de negociação de criptomoedas (e ativos digitais) , tradicionalmente, são construídos para atender um número restrito de usuários e, quando os clientes mais precisam (em momentos de grande volatilidade), esses sistemas falham.

Estamos evoluindo o core do Matching Engine Wuzu (Wuzu Vortex) há 33 meses para trazer a robustez de que um mercado organizado precisa. O sistema passou por testes de escalabilidade com milhares de requisições ocorrendo ao mesmo tempo, o que nos permite dizer que é a plataforma de negociação mais resiliente do mercado (ouso dizer, do mundo!) dentro do segmento.

Entendemos que o mercado global estimado hoje em R$ 200 bilhões/dia é apenas uma pontinha do iceberg do que está por vir. Visualizamos um mercado de R$ 100 trilhões com tokenização de fundos e que poderá ser acessado por bilhões de pessoas em qualquer local do mundo.

O Wuzu Vortex foi concebido com a ideia de conectar os bolsões isolados de negociação. Tendo resiliência e velocidade como requisitos, fomos atrás da tecnologia que seria capaz de nos ajudar nessa jornada. Utilizamos o que há de mais moderno em ferramental e achamos na linguagem Rust a capacidade de processar informações a níveis que, com outra tecnologia, não seria possível.

As mais de 35 exchanges de criptomoedas brasileiras detêm os mais diversos tipos de sistemas. A maioria optou por desenvolver internamente esses sistemas, de maneira rápida e com uma equipe reduzida. Isso parece interessante em um primeiro momento, sendo mais econômico e dando flexibilidade. Porém, quando, por um sistema, transaciona-se R$ 1 milhão de reais ao dia e ele trava (seja por uma hora ou por 30 dias), a confiança da exchange é abalada e nunca mais será vista como antes.

Players

Ainda existem empresas que não contribuem para a evolução do mercado e geram desconfiança nos investidores. Para quem quer investir no mercado, recomendamos prestar atenção no histórico dos fundadores, conferir o tamanho do time de tecnologia e há quanto tempo o sistema está sendo desenvolvido. Criar um matching engine, um roteador de ordens e até mesmo a tela de negociação não é nada simples. Uma pesquisa sobre as pessoas à frente da operação da empresa pode dizer muita coisa. Não negligencie esse passo antes de dar continuidade ao seu investimento!

Quer saber mais sobre a Wuzu? Visite nosso site

Quer montar a sua exchange e conectar os seus clientes à mais resiliente Bolsa de Negociação de Ativos Digitais do Brasil? Entre em contato conosco.